
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À medida que nos aproximamos do último trimestre, os preços em São Paulo mantêm-se firmes na comparação diária. Os compradores iniciaram o dia ofertando mais pela arroba do boi gordo.
O preço do boi gordo subiu R$3,00/@, enquanto a cotação da vaca e a da novilha permaneceu estável em relação ao dia anterior (25/9).
O estado está com a oferta de boiada terminada reduzida. Como resultado, as escalas estão curtas, em média, de quatro a seis dias.
Após o aumento no preço do “boi China” na praça no dia anterior (25/9), hoje, a cotação na região Norte do estado apresentou alta de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$2,00/@ para a vaca, enquanto a novilha manteve-se estável na comparação diária.
Na região Sul, os preços permaneceram estáveis para todas as categorias destinadas ao abate.
Os compradores enfrentam dificuldades para obter matéria-prima. Em função disso, encurtaram as programações das escalas de abate, que estão, em média, em sete dias.
Com isso, a cotação de todas as categorias subiu, com alta de R$5,00/@ para o boi gordo, de R$2,00/@ para a vaca e de R$5,00/@ para a novilha.
Com a chegada da primavera, que se inicia em 22 de setembro, o Brasil enfrenta um cenário climático marcado pelo aumento das temperaturas e pela presença significativa de particulados na atmosfera, conforme o mapa de profundidade óptica.
A alta concentração de particulados, resultado das queimadas intensificadas, especialmente no Centro-Oeste e Norte, está afetando amplas áreas do território brasileiro. Esses aerossóis estão se deslocando ao longo do país, alcançando até mesmo o Sul e Sudeste, impactando a qualidade do ar.
Além disso, a elevação nas temperaturas e a irregularidade nas chuvas reforçam os desafios que as diferentes regiões enfrentarão nos próximos meses.
O fenômeno La Niña pode trazer chuvas menos frequentes na segunda metade da primavera, especialmente no Sul, mas com intervalos mais longos entre eventos climáticos intensos.
A expectativa para o Brasil é de um retorno gradual das chuvas nas regiões Centro-Sul e Sudeste, enquanto o Nordeste e parte do Norte continuam a enfrentar grandes desafios climáticos, com seca e calor intenso marcando o panorama geral.
As temperaturas permanecem elevadas, com médias superiores a 30,0°C, principalmente em Tocantins e sul do Pará.
Enquanto isso, as chuvas serão moderadas no norte da região, com volumes previstos de até 100mm, particularmente em Roraima e Amapá.
Porém, grande parte do Norte continua com precipitação escassa, o que prolonga o estresse hídrico sobre a vegetação e as atividades agrícolas.
A região segue enfrentando temperaturas altas, acima de 30,0°C em estados como Maranhão, Piauí e Bahia. A previsão de precipitação permanece baixa, com acumulados inferiores a 20mm até o final de setembro, principalmente no interior. Apenas as áreas litorâneas poderão experimentar pequenas chuvas, mas sem impacto relevante no alívio da seca predominante.
A situação climática é igualmente severa. A previsão é de chuvas esparsas e mal distribuídas, com volumes inferiores a 10mm em boa parte de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
As temperaturas elevadas, superando 35,0°C em diversas áreas, reforçam a necessidade de estratégias de manejo para mitigar o impacto no setor agrícola e pecuário.
Apenas a partir de outubro espera-se que chuvas mais consistentes retornem à região, trazendo algum alívio.
A expectativa é de temperaturas acima da média, com picos de 32,0°C ou mais no interior de São Paulo e no norte de Minas Gerais.
A escassez de chuvas continua sendo um fator preocupante, com volumes inferiores a 25mm previstos até o final de setembro.
A ausência de precipitação regular compromete a recuperação de pastagens e o início da estação chuvosa, que só deve ocorrer no final de outubro.
O cenário é um pouco mais otimista em termos de precipitação.
Previsões indicam volumes entre 40 e 80mm até o final de setembro, particularmente no Rio Grande do Sul e Paraná, favorecendo o desenvolvimento de culturas de inverno, como o trigo.
As temperaturas, embora amenas, com médias entre 16,0°C e 22,0°C, podem sofrer variações bruscas devido à chegada de frentes frias, aumentando o risco de geadas em áreas de maior altitude, especialmente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
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