- Os preços do petróleo, que aumentaram no início de junho, agora têm previsão de queda para o próximo mês.
- Diversos fatores podem garantir que a tendência de baixa prevaleça.
- A seguir, exploraremos três fatores que podem manter a pressão sobre os preços do petróleo.
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Os preços do petróleo, que inicialmente aumentaram em junho devido ao fortalecimento do dólar americano e às preocupações com o Furacão Beryl, agora tendem a diminuir.
Esta mudança é motivada por vários fatores, incluindo a possível redução das tensões geopolíticas, problemas na estratégia de corte de produção da Opep+ e o impacto limitado do Furacão Beryl na infraestrutura energética. Abaixo, exploramos três fatores que podem afetar o preço do petróleo no próximo mês:
1. Problemas nos Cortes de Produção da Opep+
A Opep+ tem sido um suporte importante para os preços, limitando a produção de petróleo. Embora o grupo tenha prorrogado esses cortes até 2025 em junho, também anunciou o início da redução desses cortes a partir de outubro.
Esta decisão ocorre ao mesmo tempo em que membros-chave como Rússia, Emirados Árabes Unidos, Cazaquistão, Iraque e Arábia Saudita excedem suas cotas de produção, resultando em um excedente de 0,5 milhão de barris por dia. Além disso, a produção nos EUA segue elevada, alcançando níveis recordes em março.
Se a superprodução persistir, especialmente com o apoio de países como Emirados Árabes Unidos e Cazaquistão para aumentar a produção, os preços do petróleo podem cair significativamente. As futuras reuniões da Opep+ serão decisivas para verificar se o grupo consegue manter uma posição coesa.
2. Impacto Limitado do Furacão Beryl nos Preços
A recente passagem do Furacão Beryl pela costa leste dos EUA, especialmente em Louisiana e Texas, levantou preocupações sobre seu impacto na produção de petróleo no Golfo do México, uma fonte crucial para os EUA.
Apesar dos trágicos oito óbitos e dos cortes de energia para milhões, os primeiros indicativos apontam para danos mínimos na infraestrutura de produção. Isso indica que a capacidade de produção e o transporte normal devem ser rapidamente restabelecidos, minimizando as pressões iniciais sobre os preços.
3. Diminuição das Tensões no Oriente Médio
Após um período de intenso conflito na Faixa de Gaza, as negociações em curso trazem esperança para um cessar-fogo. Embora o Hamas tenha feito algumas concessões, ainda não se chegou a um acordo final. Contudo, a continuidade das negociações é um sinal positivo para o mercado, ajudando a reduzir a pressão sobre os preços do petróleo, incluindo o WTI e o Brent.
Visão Técnica do Petróleo
Após a formação de um topo duplo em torno de US$84 por barril, os preços do petróleo WTI estão agora em declínio, com o próximo objetivo sendo o nível de suporte em US$80 por barril.
Caso este suporte seja rompido, haverá uma tendência para que os preços alcancem a baixa de médio prazo situada em cerca de US$73 por barril.
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